O novo caminho para o sucesso.

Passo a passo para confeccionar máscara adaptada que facilita a leitura labial

O uso da máscara facial é extremante importante para evitar o contágio pelo novo coronavírus, mas pode também criar barreiras na comunicação de pessoas com deficiência auditiva. Pensando em companheiros de trabalho e em pacientes, profissionais do Centro Especializado em Reabilitação (CER) III Carandiru, localizado na Vila Guilherme, começou a produzir máscaras adaptadas e realizar oficinas para ensinar a equipe e pacientes a fazerem suas próprias máscaras.

Que tal se proteger e continuar se comunicando com as pessoas ao seu redor?  *Veja o tutorial
<https://www.facebook.com/PrefSP/videos/278777753316832> feito pela fonoaudióloga do CER III, Cristhiane Emy Kano, de como fazer sua máscara adaptada em casa.

"Para fazer a máscara com visor labial, vamos precisar de dois pedaços de tecido de algodão previamente cortados, dois pedaços de plástico PVC, de 20 mm, transparente e duas tiras de elástico de 16cm de comprimento", explica Cristhiane.

Passo a passo

1.     A máscara deverá ter aproximadamente 26 cm de largura por 19,5 cm de altura;

2.     A abertura do visor deverá ser marcada a 7 cm de altura por 8,5 da largura;

3.     Corte os cantos do espaço para o visor;

4.     Dobre todos os lados para fora;

5.     Fixar o plástico com fita adesiva em um dos lados;

6.     Juntar as duas partes de algodão e costurar para juntar todos os lados externos;

7.     Vire a máscara e costura também o plástico;

8.     Dobre as bordas trazendo até a metade do vistor e, depois, dobre novamente para cima, costure os cantos para fixar e dar efeito sanfona;

9.     Coloque os elásticos dentro da dobra;

10.  Para fixar o elástico, coloque as pontas por baixo da dobra e costure com ponto zigue zague;

"A máscara deve ser lavada e higienizada antes e depois do uso", alerta a fonoaudióloga.

Sobre o CER III Carandiru

O Centro Especializado em Reabilitação (CER III) Carandiru, localizado no distrito de Vila Guilherme, na zona norte, foi inaugurado em 2013. Mantido pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, conta com uma equipe de 20 profissionais qualificados, dentre eles, fisioterapeuta, psicólogo, fonoaudiólogo, nutricionista, médico otorrinolaringologista, ortopedista, entre outros. As atividades desenvolvidas visam a reabilitação e habilitação com diversos profissionais da área, a inclusão social e integração de serviços de saúde. Na reabilitação física são fornecidos os dispositivos auxiliares para marcha como andadores, muletas, bengalas e cadeiras de rodas e na reabilitação auditiva, são disponibilizados aparelhos de amplificação sonora (AASI).

 

Fonte: Prefeitura de São Paulo
Publicado em 04/06/2020