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Entenda qual é o papel do sócio na governança corporativa

Para estar à frente de uma empresa, é necessário que o gestor esteja em constante atualização de conhecimentos, dedicação além de estar atento as mudanças do mercado.

Um dos papéis mais importantes da governança corporativa é definir a participação dos gerentes e diretores para que o negócio assuma uma posição de socialmente responsável em constante crescimento. Não tem como falar no papel dos sócios na governança corporativa sem mencionar a Teoria do Agente Principal, segundo estudos publicados por Jensen e Meckling, em 1976. Essa teoria foi construída sobre o fato de que os executivos e conselheiros que eram contratados pelos acionistas agiriam de maneira a obter maiores benefícios próprios.

A partir desse cenário, se tornou necessária à criação de medidas a fim de alinhar os interesses de todos os envolvidos (stakeholders), para alcançar o sucesso do negócio.

Por conta disso, o papel dos sócios na governança corporativa é algo que pode ser aplicado a qualquer modelo de negócio, mas é sempre válido pensar na aplicação desse modelo de gestão com base nos negócios familiares.

As empresas familiares são as mais ameaçadas no mercado. Segundo estudos referentes ao tema, 75% das empresas familiares morrem entre a primeira e a segunda geração, principalmente por problemas referentes à sucessão.

Uma das principais razões que impactam na continuidade dos negócios familiares, é que os fundadores dificilmente pensam nas mudanças que ocorrerão no negócio quando os filhos crescerem, não se repensa o modelo de gestão, quais mudanças deverão ser implementadas.

Outra questão que leva muitas empresas familiares ao fracasso é a falta de compreensão entre os sócios de que existe alguém ‘liderando’ o negócio.

É sempre importante pensar nas empresas familiares, no papel dos sócios nesses modelos de negócio para conseguir fazer conexões sobre o papel dos sócios nos demais modelos organizacionais.

O CEO Carlos Moreira explica que a função dos sócios é o de desempenhar as suas funções de maneira ética e ressalta que eles devem estar preparados no momento de tomada de decisões na empresa. “Cada pessoa, dotada de importantes habilidades, pode, em união e compartilhamento com pessoas com o mesmo interesse, ajudar a guiar a empresa nos caminhos do crescimento e sucesso. É como um apoio, uma base sólida para que as decisões sejam as mais assertivas”. Finaliza.

 

Fonte: Jornal Contábil
Publicado em 13/12/2019