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Entenda as diferenças entre teletrabalho, trabalho externo e terceirização

Com a modernização da legislação trabalhista, que entrou em vigor desde novembro de 2017, ocorreram algumas mudanças, entre elas: a normatização do teletrabalho, que permite ao funcionário ter vínculo empregatício sem precisar exercer as funções nas dependências da empresa.

Na contratação pelo teletrabalho, o empregado pode exercer jornadas fora das instalações físicas da empresa, desde que cumpra as mesmas funções previstas para o local de trabalho. É o chamado “home office”, facilitado pela tecnologia da informação e que agora é regulamentado.

O teletrabalho permite, por exemplo, o compartilhamento de arquivos e mensagens entre o empregado e seu chefe imediato. As profissões que podem firmar contrato de teletrabalho incluem auxiliar de escritório, jornalista, operador de sistemas de informação e consultor online, ente outras.

Já o Expediente interno – o trabalhador pode exercer suas funções em casa ou qualquer outro local, desde que faça uso de alguma tecnologia que facilite a comunicação, como a internet. No caso do ambiente externo – o contrato de trabalho externo pode ser celebrado por empresas que exercem funções fora do ambiente físico.

Essa modalidade também é diferente do serviço terceirizado, em que o funcionário de uma firma trabalha nas dependências de outra empresa, por contrato firmado entre as duas companhias.

A lei não prevê punições aos empregadores que errarem na forma de contratação, mas eles podem sofrer processos judiciais caso o trabalhador se sinta lesado pelo equívoco na descrição da função.

O fato é que muitos empregadores ainda estão com dúvidas, visto que os estabelecimentos tendem a confundir teletrabalho com trabalho externo ou terceirização, para evitar a contratação equivocada, é preciso entender as diferenças entre esses regimes de trabalho.

 

Fonte: Revista News
Publicado em 14/12/2018