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Empresas investem em política de gestão de riscos para evitar acidentes

Pesquisa realizada pela consultoria Deloitte em parceria com o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa -BCG divulgada no dia 13 de novembro, aponta que 73% das 165 companhias entrevistadas possuem uma política de gestão de riscos, o que representa um aumento de 29 pontos percentuais em relação ao último estudo, realizado em 2017.

O estudo destaca ainda que em 70% dos casos os mecanismos de identificação, monitoramento, avaliação e resposta são atualizados anualmente, o que revela que as organizações estão focadas em entender as expectativas do mercado e as transformações regulatórias e em antever crises.

A pesquisa revelou ainda que os riscos operacionais são os que têm mais processos definidos para mitigação nas empresas, especialmente no que se refere à conduta antiética e fraude. Em seguida, aparecem no ranking de instrumentos para atenuar surpresas indesejadas, os riscos financeiros e regulatórios e, por fim, os riscos cibernéticos.

Desafios atuais

Um dos maiores desafios que os empresários brasileiros enfrentam é o de melhorar a comunicação desses riscos e treinar pessoas para lidar com as ameaças. Para a solução deste problema, é necessário investir em equipes diversificadas no conselho de administração, além de montar grupos com profissionais de diversas áreas do conhecimento.

Outras dificuldades encontradas são a da adequação à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais - LGPD, que representa uma meta de médio prazo para quase 80% das empresas pesquisadas, seguida pela gestão de terceiros, com 70%, disrupção tecnológica (66%), talentos (58%) e integridade de informações (57%).

Estes são os desafios na implementação de um processo de gestão de risco eficaz

  • Cultura da organização
  • Falta de prioridade da organização
  • Criação de uma metodologia eficiente
  • Custos e restrições orçamentárias
  • Falta de integração entre as áreas de risco, controles, compliance e auditoria interna

Da Redação com base na pesquisa Deloitte e IBGC

 

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